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Nascido em Minas Gerais, Rogério 157 começou a vida no crime com roubos de rua

de Antônio Paulino
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O traficante Rogério Avelino Silva, conhecido como Rogério 157, ganhou o apelido por causa da forma como se iniciou no crime: assaltando pessoas na Zona Sul do Rio de Janeiro. No Código Penal, o número corresponde ao artigo que versa sobre roubo. Hoje o líder do tráfico da Rocinha, Rogério nasceu em Governador Valadares (MG). As informações são do jornal Extra.

O criminoso vendia os itens roubados de suas vítimas a traficantes. Em pouco tempo, ele virou “vapor” (pessoa que vende pequenas quantidades droga no varejo) na Rocinha, liderada na época por Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem.

Rogério ficou próximo a Nem em 2010, quando criminosos da Rocinha invadiram um hotel de luxo em São Conrado, após uma operação policial na favela. Rogério chegou a ser preso, mas foi liberado em janeiro de 2012, três meses após o próprio Nem ir para a cadeia. Do chefão, ele recebeu a tarefa controlar a venda de drogas na parte baixa da favela, dividindo terreno com Luiz Carlos Jesus da Silva, o Djalma.

Pela primeira vez, Rogério manifestou a intenção de chefiar o tráfico em toda a comunidade. Djalma teria caído em uma emboscada armada por Rogério, e acabou preso em abril de 2014. Sem concorrentes, 157 passou a comandar toda a área, a contragosto de Nem.

O traficante acumula quatorze mandados de prisão por crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, extorsão e homicídio. Ele é suspeito de um assassinato em Caricacica, no Espírito Santo, em 2006, e de uma tentativa de homocídio em Governador Valadares em 2001.

Comparsas de Nem e de Rogério 157 iniciaram conflito pelo controle do tráfico na Rocinha no último dia 16. Pessoas próximas a Nem — como Danúbia Rangel, sua mulher — foram expulsas da comundiade. Em meio à disputa, Rogério trocou de facção: foi da Amigos dos Amigos (ADA), que tem Nem como um dos chefes, para o Comando Vermelho (CV).Rogério 157

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